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Geraldo, o porteiro noturno.
Gênero: Policial
Criado por: lou ( 01/04/2009 - 22:20 )
Total de Atos concluídos: 4 de 10

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9,8
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Autor deste ato: lou

	id: 002183 Era noite em São Paulo. Uma noite muito singular, aliás. Era trinta e um de dezembro, uma dia que para muitas pessoas significa muito, mas não para Geraldo. Não para ele, que já sabia que iria passar o Ano-novo sentado numa cadeira, assistindo às câmeras do prédio onde arranjara um bico e ouvindo rádio.
Sim, rádio, pois estamos tratando de um homem cuja vida era muito simples, e praticamente morava na portaria. Depois de dois meses de trabalho ele juntou um dinheirinho e comprou um radinho de pilha, desses que as pessoas colocam em cima da geladeira, ou então do lado da pia na hora de lavar louça.
Seu companheiro do turno anterior tinha ido embora mais cedo, para se aprumar para a festa. Tinha deixado apenas um bilhete: "tem comida na geladeirinha embaixo da mesa do telefone e coca-cola em cima da bancada". Pois seu colega era generoso, tinha vindo de uma família rica, mas seu sonho era trabalhar como porteiro. Iria com a família passar a festa na Paulista, toda iluminada.
E Geraldo ia se preparando para mais uma noite de calmaria e tédio, até que vê um vulto na imagem de uma das câmeras. Ele fora treinado para, nesses casos, ligar para a polícia e pedir ajuda, mas, como estava muito entediado, o que fez foi...


Autor deste ato: Leandro Martins

	id: 002194 ...foi encarar de frente. "As pessoas tão em risco. Não é só porque eu tou ferrado que vou deixar estragarem a vida dos outros." Ele apertou o botão da campainha que estava em sua mão, pensando "vou confundir ele e já era." O alarme espantou, mas em vez fugir do prédio se escondeu dentro dele mesmo. Geraldo trancou a porta, pegou sua pistola ("graças a Deus, resolvi comprar ela hoje") e desceu, à caça do intruso. Descendo pelas escadas de segurança, viu o vulto antes que ele o visse, o que salvou o homem do pior: seu adversário atirou. Geraldo respondeu com um tiro próximo, mas a habilidade do pretenso ladrão não era pequena. Ele fugiu para o estacionamento, totalmente na escuridão, e Geraldo foi atrás!

Autor deste ato: Hermes

	id: 002196 Geraldo saiu correndo atrás do vulto, pels corredores intermináveis e carros chiques do estacionamento. Ele pensava: "Poxa, é noite de ano-novo e eu aqui correndo feito louco... espero que isso acabe log pra eu poder comer pizza". Mas a corrida não acabava nunca. Geraldo via o vulto uns três metros à sua frente, mas não conseguia alcançá-lo. Quando estava prestes a desisitir, apareceu...

Autor deste ato: Rômulo Ornelas de Oliveira JR

	id: 002202 ...Um misterioso homem armado com um escopeta e atirou para o vulto. Acertando-o, o homem foi embora, enquanto Geraldo correu para ver o corpo do homem. Era um assassino que tinha fugido do sanatório.
Como já havia passando por situações iguais, como dizia ele, não queria ter que ligar para os policiais e aguentar três horas de tédio na delegacia respondendo perguntas, então carregou o homem para um lugar próximo. Enterrou e achava que tudo tinha acabado, mas o que não sabia era que aquele homem não tinha vindo sozinho.
Descendo as escadas do térreo para voltar ao seu lugar sagrado de porteiro e comer alguma coisa, viu o homem que tinha matado o assassino. Foi aí que Geraldo, curioso, gritou:



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